Entenda as diferenças de linguagem de programação para um e-commerce em 5 minutos

Para você a “linguagem técnica” é como comprar um carro pela primeira vez, onde tem uma série de “e se isso”, “e se aquilo” que nunca compreende e acaba por confiar naquela empresa que é melhor posicionada no mercado sem dar atenção aos detalhes, então vai aqui uma leitura de 5 minutos para lhe ajudar.

Falando especificamente do e-commerce, as linguagens que regem o mercado, são basicamente três: .NETPHP Java.

O .NET é uma plataforma poderosa, escalável e profissional com maior aderência no mercado profissional. Sua criadora, a Microsoft, fabricante do Windows e do Office, softwares que você provavelmente conhece, mudou muito seu posicionamento no mercado nos últimos anos. Há quem possa lhe dizer “é uma plataforma paga, cara para manter”, contudo isso é errado afirmar! O .NET hoje é talvez a plataforma mais simples, robusta e barata para se desenvolver e manter.

O PHP, desenvolvido pela Zend Technologies é uma plataforma simples de se manter e atualizar, além disso muitos grandes portais como o Facebook ou open sources como WordPress, Joomla e Magento. Ela tem se profissionalizado muito desde suas versões mais simples e pode-se dizer que agora chega perto das suas concorrentes, mas não é tão escalável e versátil, é apenas fácil de se desenvolver.

O Java, desenvolvido inicialmente pela Sun Systems – e agora Oracle – é uma plataforma tão robusta e escalável como seu concorrente o .NET, entretanto, devido ao simples fato de estarmos falando de uma linguagem multi-plataforma, algo que o .NET oficialmente não é, ela precisa de uma “máquina virtual” (ou compilador JIT – Just in time).

Onde tudo muda?

Normalmente as plataformas são pré-moldadas pelos fabricantes, até porque o custo do desenvolvimento de um e-commerce do “zero” custaria muito caro para a empresa. Sendo assim, os pontos de atenção principais são:

Licenciamento: Até onde você pode usar sua ferramenta, usuários, produtos, quantidade de vendas, tudo isso deve ser visto com bastante cuidado;

Código-fonte: O código-fonte de um software é parecido com um livro escrito, a autoria por padrão é do fabricante e se você quiser alterá-lo precisará de direito jurídico para isto. Comprar uma plataforma “com código-fonte” é o melhor negócio.

SaaS: Os sistemas “SaaS”, Software as a Service, não são uma boa maneira de trabalhar no e-commerce hoje, principalmente porque você não tem garantias que sua estratégia de negócio seja exclusiva da sua marca. Neste caso, não há possibilidade de código-fonte porque este é do fabricante, unificado à todos as empresas que o empregam.

Considerando a tecnologia, você deve estar sempre atento à evolução, uma plataforma de e-commerce é um organismo vivo que deve ser sempre atualizado e para não ficar obsoleto e se você sempre atualizá-lo vai ter o melhor software pra sua empresa.

Quem evolui uma plataforma de e-commerce sem ser o fabricante?

Muitas vezes as empresas entendem que apenas o fabricante da ferramenta consegue evoluir e manter a plataforma devido à sua complexidade, mas isto não é verdade. As chamadas Fábricas de Software ou Software Houses são especializadas em montar sistemas e evoluir, normalmente à um custo menor que o fabricante, porque ele cobra pelas horas desenvolvidas, em pacote de horas.

Conclusão

Independente de tecnologia, uma boa prática, é adquirir uma plataforma bem qualificada no mercado, cujo código-fonte seja da sua empresa ela tenha a liberdade de evoluí-la com a fábrica de software de maior qualidade/ custo no mercado à sua maneira, com garantias de estratégias únicas no mercado e a real montagem do software como patrimônio corporativo.

Pense nisso!

 

 



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